Quem sou eu antes da banda Sinal de Alerta
Eu me chamo Gabriel Nascimento, sou ex-vocalista da banda Sinal de Alerta, e agora, o mais novo colunista desta página. Anteriormente, eu relatei aqui, que gosto muito de escrever. Por isso, aceitei o convite, para me juntar aos demais colunistas desta página, compartilhando com vocês um pouco das minhas experiências e histórias. Comecei escrevendo sobre como eu conheci o saudoso Lednilson da Jussara, com toda família Reviva. Agora, eu quero me descrever um pouquinho mais, para que todos os leitores do site saibam quem eu sou.
Muitos aqui ainda devem me conhecer, e reconhecer como o ex-vocalista da banda Sinal de Alerta. Mas, antes do Sinal de Alerta, eu também fui vocalista de uma outra banda, que no início se chamava Trindade, e depois passou a se chamar Contagem Regressiva. E antes de ser vocalista dessa outra banda, eu fui líder de Ministério de Louvor, diácono, noticiarista, superintendente da Escola Bíblica Dominical, secretário da Escola Bíblica Dominical, professor da Escola Bíblica Dominical, diretor do Departamento de Jovens, diretor do Departamento de Adolescentes, e até trabalhei com o Departamento de Crianças, na Igreja Metodista Wesleyana em Praça Seca, que foi a minha primeira igreja e escola, eu posso assim dizer. Resumindo, eu sempre fui servo, pois entendi que fui criado, e nasci para servir.

Nasci no dia 30 de abril de 1975, num lar parcialmente evangélico, pois a minha mãe era cristã, mas o meu pai não. Diferente dos meus dois irmãos, eu fui criado na igreja desde que nasci. E uma coisa que eu sempre gostei muito de fazer é cantar. Como eu amo cantar! Cantar na igreja, e em casa, também. Cantar no chuveiro, é uma coisa que eu sempre gostei. Cantar ouvindo algumas músicas seculares, que além dos louvores, também fizeram parte da minha infância. Eu cantava as músicas da Turma do Balão Mágico, do Trem da Alegria, e dos musicais que a Rede Globo produziu, como A Arca de Noé, Pirlimpimpim, Turma do Pererê, e do Daniel Azulay e a Turma do Lambe-Lambe. Dizem até, que eu cantava algumas músicas do Roberto Carlos, mas disso eu não me lembro bem. Enfim, a música sempre fez parte da minha vida. Na minha família, tinha os meus pais, que também gostavam de cantar, e os meus irmãos que, também, sempre escutavam música. Um deles até tocava bateria, na igreja. Infelizmente, eu não aprendi a tocar nenhum instrumento. O meu instrumento sempre foi a minha voz. E foi na minha adolescência, que eu entendi, que Deus tinha um propósito comigo, através da minha voz, e desse dom, que Ele próprio me deu, que é o dom de cantar. E já com esse entendimento, eu busquei o aperfeiçoamento, estudando música na Escola de Música Villa Lobos, e também fazendo aulas de canto. Daí, eu comecei a exercer esse dom ministerialmente, na igreja. E essa história eu continuo na próxima matéria. Até breve!


Que legal conhecer mais sobre você e sua voz no ar!
Parabéns, @Gabriel Nascimento. Gostando muito da sua coluna.